sexta-feira, 30 de setembro de 2011


Hey sister why you all alone?
I'm standing out your window
Hey little sister can I come inside, dear?
I want to show you all my love
I want to be the only one
I know you like nobody ever, baby

Little sister can't you find another way
No more living life behind a shadow
Little sister can't you find another way
No more living life behind a shadow

You whisper secrets in my ear
Slowly dancing cheek to cheek
Such a sweet thing when you open up, baby
They say I'll only do you wrong
Come together cause I understand
Just who you really are yeah, baby

Little sister can't you find another way
No more living life behind a shadow
Little sister can't you find another way
No more living life behind a shadow

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Confissão

Que esta minha paz e este meu silêncio
Não iludam a ninguém
Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta
...Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios
Acho-me relativamente feliz
Porque nada exteriormente acontece...
Mas,
Em mim,
Na minha alma,
Pressinto que vou ter um terremoto!

(Mário Quintana)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O Livro das Virtudes

Amizade
Coragem
Responsabilidade
Honestidade
Lealdade
Disciplina
Compaixão
Trabalho
Perseverança



takes time...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Carinhoso (Pixinguinha/Braguinha)



Vem, vem, vem, vem,
Vem sentir o calor dos lábios meus
À procura dos teus.
Vem matar essa paixão
Que me devora o coração
E só assim então serei feliz,
Bem feliz

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Raul Seixas - "Faça, fuce, force"



Faça, fuce, force
Não fique na fossa
Faça, fuce, force
Não chore na porta

Faça, fuce, force vá
Derrube esta porta
Trace, fuce, force vá
Que essa chave é torta

Os meus fantasmas são incríveis,
fantásticos, extraordinários
Se fantasiam de Al Capone nas noites
que tenho medo de gangsters
Abusam de minha tendência mística,
sempre que possível...
Os meus fantasmas transformaram
a minha solidão em vício
E minha solução em status quo

Faça, Fuce, Force
Não fique na fossa
Faça, Fuce, Force mas
Não chore na porta

Faça, Fuce, Force vá
Derrube esta porta
Trace, fuce, force vá
Que essa chave é torta

Feliz por saber que só sei que não sei
Q quem sabe não fala, não diz
Vida, alguma coisa acontece
Morte, alguma coisa pode acontecer
Que o mel é doce, é coisa que eu me nego afirmar
Mas que parece doce, isso eu afirmo plenamente

Faça, fuce, force...

Faça, fuce, force...




segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Brain Damage

The lunatic is on the grass.
The lunatic is on the grass.
Remembering games and daisy chains and laughs.
Got to keep the loonies on the path.


The lunatic is in the hall.
The lunatics are in my hall.
The paper holds their folded faces to the floor
And every day the paper boy brings more.


And if the dam breaks open many years too soon
And if there is no room upon the hill
And if your head explodes with dark forebodings too
I'll see you on the dark side of the moon.


The lunatic is in my head.
The lunatic is in my head
You raise the blade, you make the change
You re-arrange me 'till I'm sane.


You lock the door
And throw away the key
There's someone in my head but it's not me.
And if the cloud bursts, thunder in your ear
You shout and no one seems to hear.
And if the band you're in starts playing different tunes
I'll see you on the dark side of the moon.


"I can't think of anything to say except...
I think it's marvellous! HaHaHa!"

Lesão Cerebral

O lunático está no gramado
O lunático está no gramado
Lembrando-se de jogos, correntes de margaridas e gargalhadas
Temos que deixar os loucos no rumo


O lunático está na sala
Os lunáticos estão na minha sala
Os jornais ficam com suas faces dobradas viradas para o chão
E cada dia o jornaleiro traz mais


E se a represa quebrar depois de algum tempo
E se não houver nenhum espaço em cima da colina
E se sua cabeça também explodir com mau presságio
Eu te verei no lado escuro da lua.


O lunático está em minha cabeça
O lunático está em minha cabeça
Você ergue a lamina, você faz a mudança
Você me rearranja até eu ficar são


Você tranca a porta
E joga a chave fora
Há alguém em minha cabeça, mas não sou eu
E se a nuvem explodir, trovejar em seu ouvido
Você grita e ninguém parece ouvir
E se a banda em que você está começar a tocar melodias diferentes
Eu te verei no lado escuro da lua


"Não consigo pensar em nada para dizer, exceto
Eu acho isso maravilhoso!"

sábado, 22 de janeiro de 2011

GUILTY (Richard Whiting / Harry Akst / Donald Kahn)


GUILTY


(Richard Whiting / Harry Akst / Donald Kahn)


Ella Fitzgerald


Also recorded by:
Al Bowlly; Russ Columbo; Steve Conway; Johnny Desmond;
Ruth Etting; The Four Freshmen; Jackie Gleason;
Earl Hines; Billie Holiday; Joni James;
Frankie Lyman & the Teenagers; Tony Martin; Ray Noble;
Lita Roza; Artie Shaw; George Shearing; Mel Tormé;
Margaret Whiting; ..... and many more.


Is it a sin? Is it a crime?

Loving you dear like I do.

If it's a crime then I'm guilty.

Guilty of loving you.



Maybe I'm wrong dreaming of you

Dreaming the lonely night through

If it's a crime then I'm guilty

Guilty of dreaming of you


What can I do? What can I say

After I've taken the blame?

You say you're through, you'll go your way.

But I'll always feel just the same.



Maybe I'm right, maybe I'm wrong

Loving you dear like I do.

If it's a crime, then I'm guilty.

Guilty of loving you.


(Instrumental Interlude)


What can I do? And what can I say

After I've taken the blame?

You say you're through, you'll go your way.

But I'll always feel just the same.


Maybe I'm right, maybe I'm wrong

Loving you dear like I do.

If it's a crime, then I'm guilty.

Guilty of loving you.



(Contributed/Transcribed by Bill Huntley - March 2005)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Cannonball

There's still a little bit of your taste in my mouth
There's still a little bit of you laced with my doubt
It's still a little hard to say what's going on

There's still a little bit of your ghost your witness
There's still a little piece of your face I haven't kissed
You step a little closer each day
Still I can't see what's going on

Stones taught me to fly
Love taught me to lie
Life taught me to die
So it's not hard to fall
When you float like a cannonball

There's still a little bit of your song in my ear
There's still a little bit of your words I long to hear
You step a little closer to me
So close that I can't see what's going on

Stones taught me to fly
Love taught me to lie
Life taught me to die
So it's not hard to fall
When you float like a cannon

Stones taught me to fly
Love taught me to cry
So come on courage
Teach me to be shy
'Cause it's not hard to fall
And I don't want to scare her
It's not hard to fall
And I don't wanna lose
It's not hard to grow
When you know that you just don't know

Bala de Canhão

Ainda há um pouco de seu gosto em minha boca
Ainda há um pouco de você amarrada a minha dúvida
Ainda é um pouco difícil de dizer o que está acontecendo

Ainda há um pouco de seu fantasma, sua testemunha
Ainda há um pouco de seu rosto que eu não beijei
Você se aproxima um pouco a cada dia
E eu não consigo dizer o que está acontecendo

Pedras me ensinaram a voar
O amor me ensinou a mentir
A vida me ensinou a morrer
Assim, não é difícil cair
Quando você flutua como uma bala de canhão

Ainda há um pouco de sua canção em meu ouvido
Ainda há um pouco de suas palavras que eu desejo ouvir
Você se aproxima um pouco de mim
Tão próxima, que eu não consigo ver o que está acontecendo

Pedras me ensinaram a voar
O amor me ensinou a mentir
A vida me ensinou a morrer
Assim, não é difícil cair
Quando você flutua como um canhão

Pedras me ensinaram a voar
O amor me ensinou a chorar
Então venha, coragem
Ensine-me a ser tímido
Porque não é difícil cair
E eu não quero assustá-la
Não é difícil cair
E eu não quero perder
Não é difícil crescer
Quando você sabe que você simplesmente não sabe

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Portishead - Mysterons







Inside your pretending
Crimes have been swept aside
Somewhere where they can forget

Divine upper reaches
Still holding on
This ocean will not be grasped
All for nothing

Did you really want (x4)

Refuse to surrender
Strung out until ripped apart
Who dares, dares to condemn
All for nothing

Did you really want (x4)

Mysterons (tradução)

Dentro do seu fingimento
Crimes foram varridos à parte
Em algum lugar onde eles podem esquecer

O divino alcança lugares mais altos
Ainda agüentando
Esse oceano não será atraído
Tudo por nada

Você realmente quis? (x4)

Recuse se render
A se esticar até ser rasgado em pedacinhos
Quem ousa, ousa condenar
Tudo por nada

Você realmente quis?

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Todo Se Transforma - Jorge Drexler


Tu beso se hizo calor,
Luego el calor, movimiento,
Luego gota de sudor
Que se hizo vapor, luego viento
Que en un rincón de la rioja
Movió el aspa de un molino
Mientras se pisaba el vino
Que bebió tu boca roja.


Tu boca roja en la mía,
La copa que gira en mi mano,
Y mientras el vino caía
Supe que de algún lejano
Rincón de otra galaxia,
El amor que me darías,
Transformado, volvería
Un día a darte las gracias.


Cada uno da lo que recibe
Y luego recibe lo que da,
Nada es más simple,
No hay otra norma:
Nada se pierde,
Todo se transforma.


El vino que pagué yo,
Con aquel euro italiano
Que había estado en un vagón
Antes de estar en mi mano,
Y antes de eso en torino,
Y antes de torino, en prato,
Donde hicieron mi zapato
Sobre el que caería el vino.


Zapato que en unas horas
Buscaré bajo tu cama
Con las luces de la aurora,
Junto a tus sandalias planas
Que compraste aquella vez
En salvador de bahía,
Donde a otro diste el amor
Que hoy yo te devolvería


Cada uno da lo que recibe
Y luego recibe lo que da,
Nada es más simple,
No hay otra norma:
Nada se pierde,
Todo se transforma.

Tudo Se Transforma

Teu beijo se fez em calor,
Logo o calor, em movimento,
Logo em gota de suor
Que se fez em vapor, logo em vento
Que num canto de algum Riacho
Moveu a pá de um moinho
Enquanto pisavam o vinho
Que tua boca vermelha bebeu.


Tua boca vermelha na minha,
A taça que gira em minha mão,
E enquanto o vinho caia
Soube que de algum distante
Canto de outra galáxia,
O amor que me daria,
Transformado, voltaria
Um dia a agradecer-te.


Cada um dá o que recebe
E logo recebe o que dá,
Nada é mais simples,
Não há outra norma:
Nada se perde,
Tudo se transforma.


O vinho que eu paguei,
Com aquele euro italiano
Que havia estado em um vagão
Antes de estar na minha mão,
E antes disso em Torino,
E antes de Torino, em Prato,
Onde fizeram meu sapato
Sobre o qual cairia o vinho.


Sapato que em umas horas
Buscarei debaixo de tua cama
Com as luzes da aurora,
Junto a tuas sandálias planas
Que compraste aquela vez
Em Salvador na Bahia,
Onde a outro deste o amor
Que hoje eu lhe devolveria


Cada um dá o que recebe
E logo recebe o que dá,
Nada é mais simples,
Não há outra norma:
Nada se perde,
Tudo se transforma.