sábado, 22 de maio de 2010

"Sobre um plana a necessidade sob a forma de suas paixões, sobre outro como o hábito de escutar e obedecer, sobre o terceiro como a consciência lógica, sobre o quarto como o capricho e o prazer extravagante de saltar as páginas. Mas os quatro procuram precisamente seu arbítrio livre onde cada um está mais solidamente acorrentado."

Presos a liberdade?

"Lıvге-агвίтгıo, livre, não quer dizer propriamente outra coisa senão o fato de não sentir novas correntes."

Ele quis dizer que... princípios? Nós e nossos princípios? O livre-arbítrio como uma constante?


(Interrogações. Não de indignação, mas de incerteza mesmo... Ou de seguir o princípio de acreditar na "flexibilidade" das pessoas. Sendo o "ou", concordo o autor? Aí, sendo as pessoas flexíveis, o livre-arbítrio não mais é uma constante... Mas ainda insiste o "nós e nossos princípios")


=S


=S


(Melhor pensar no próximo post... uahuehuaoeia)

Um comentário:

  1. Começar a comentar ;DD
    Olha é complexo a idéia dele de dizer que o homem só é livre quando não tem escolha.
    Mas é isso tudo tem consequência, sabemos disso nossos ideais, pensamentos e feitos e estaremos sempre presos a isso.
    Fora isso tenho que parar e refletir.

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